skip to main |
skip to sidebar
Há 3 meses, aconteceu algo inesperado. Uma tia avó minha do interior faleceu, e eu fui avisada de que deveria comparecer na cidade para a declaração da sua herança. Estranhei a notícia, afinal mal conhecia Dona Teresa.
Tenho vagas lembranças da infância, quando a senhorazinha fazia as tortas de maça, com sua refinada receita alemã. Depois dos meus 9 anos, nunca mais a encontrei, e também não vi mais o Gustavo, meu primo, neto de Teresa. Lembro de um garotinho loiro, alvo e de olhos claros, porém não o suportava, pois não me deixava brincar com ele e com seus carrinhos, dizia que era proibido para meninas.
Então, depois da ligação curiosa que havia recebido do advogado de Dona Teresa, liguei para minha casa, para contar o estranho fato para minha mãe. Ela, por sua vez, já sabia do falecimento, mas ficou igualmente surpresa com a exigência da minha presença em Lins.
Curiosa e disposta a abandonar a cidade grande por um tempo, organizei minha viagem, falei com o Sr. César Ribeiro, o advogado de Teresa. Para minha sorte, ele disse que não gastaria nada com a hospedagem, pois era convidada de Gustavo, para ficar em sua casa, quanto tempo precisasse para resolver tudo.
Fiz as malas e parti em direção a pequena grande Lins. Foram 4 horas e meia de viagem, pude ouvir 3 vezes o mesmo CD. Quando cheguei, finalmente, abri as janelas do carro e respirei o mais puro ar, coisa que não se faz em São Paulo nunca. Observei a monotonia da cidade, abri um sorriso ao ver que parei no semáforo atrás de uma velha charrete, puxada por um jumento e guiada por um peão, que usava um belo chapéu.
Memórias começaram a surgir em minha mente. Quase que pude sentir o aroma e o sabor da torta da tia Teresa. Uma nostalgia gostosa, e me senti feliz por estar revivendo momentos da minha infância. Logo conheceria de novo o meu primo. Imaginei que ele estaria irreconhecível, afinal o tempo não passara só para mim.
Peguei meu blackberry e liguei para ele:
- Alô!
- Oi, Gustavo?
- Sim, quem fala?
- É a Camila. Já estou em Lins.
- Ah! Que bom! Estava te esperando.
- Como chego na sua casa?
- Faz o seguinte: pára no posto da avenida principal e espera por mim.
- Ok. O BR né?
- Isso. Daqui 5 minutos estarei ai, ahh, eu tenho um Golf prata.
- Ok. Estarei te esperando na loja de conveniência. Estou com uma blusa vermelha.
- Certo. Estou indo, beijo.
- Beijo.
Uma coisa que, obviamente, mudou muito no Gustavo foi a voz. Claro que um homem de 28 anos não teria a mesma voz de um menino de 8. Mas, aquela voz grossa e clama me agradou muito. E tudo, até agora, era estimulante, como num livro de suspense. A pequena cidade, as antigas lembranças, a misteriosa herança da minha tia avó e a espera pelo primo surpresa (não imaginava sua aparência atual).
Eis que tomava um café expresso, quando um moço alto, com aproximados 1,90m de altura, loiro, magro e de olhos claros, atravessa a porta e vem em minha direção. Quase engasguei com o café, e ele falou:
- Camila?
- Eu.
- Meu Deus! Quanto tempo.
E me deu um abraço forte, em que tive o prazer de sentir seu perfume fresco.
- Gustavo, que diferente! Quem diria hein? Que aquele garotinho iria ficar assim tão alto.
Parei no elogio alto, se não iria soltar alguma besteira. Canta o primo, que coisa feia, pensei. Além de belo, másculo, com um timbre de voz que acaricia os ouvidos, a simpatia de Gustavo era algo fenomenal. Seu abraço foi como o de quem sente muita saudade. Seu papo muito bom, atencioso e preocupado com minha comodidade.
Chegando na casa, me deparei com um típico pé de jabuticaba, correram para a entrada me receber os cães Laila e pretinho, uma boxer e um vira-lata (de pêlos muito negros). Deixei a mala na sala e fomos direto para a cozinha. Naná, a empregada de anos, preparara um cafezinho com bolo de fubá. Nos sentamos e nos servimos. Qualidade de vida é tudo no interior, pensava.
Gustavo e eu conversamos por horas, relembramos de brincadeiras e até briguinhas da nossa tenra infância. A cada olhar que ele me lançava eu me envolvia mais, em seguida, policiava meus pensamentos, ele é teu primo Camila, esquece isso. Mas, tinha a sensação de que era correspondida naquela empolgação de nos revermos depois de tanto tempo.
Eu, com o passar dos anos, também mudei muito. De menina-moleque, me tornei uma mulher fatal. Cabelos avermelhados, seios fartos, cintura fina e coxas torneadas, posso dizer, que não passo despercebida. Quando, ainda em São Paulo, fazia as malas, previa alguma aventura afetiva para esta viagem. Coloquei na bagagem um pretinho básico provocante e lingeries cavadas. A idéia era ficar uma semana na cidade e, quem sabe, conhecer algum caipira interessante. Só não sabia, a essa altura, que esse homem seria aquele que implicava comigo quando criança.
Gustavo foi me mostrar os aposentos, e separara um quarto aconchegante, com cama de viúva cheia de almofadas decorativas e lençóis de seda. Me senti uma princesa. Tudo estava muito limpo e arrumado para minha chegada. Primeira noite, só descansei, deitei e dormi.
Na manhã seguinte, Naná veio me acordar para o café. A mesa posta era rica de frutas, cereais, leite fresco, queijo branco, pães e sucos. Gustavo já estava a minha espera na copa. Banho tomado, barba feita e impecável. Me deu um beijo de bom dia. Com certeza, depois desse beijo o seria.
Fui, então, me encontrar com o advogado. Foram horas de conversa, para eu entender as intenções da minha tia avó. A doida tinha um pequeno orfanato em Lins, e outros vários projetos sociais. Seu maior desejo, antes de morrer, era que eu seguisse coordenando o orfanato e trouxesse à vida os projetos engavetados. Não pude aceitar a proposta naquele momento, mas Sr. César era muito amigo de Teresa, me fez prometer que pensaria sobre o assunto. Tudo bem, teria ainda uma semana em Lins.
Meu lindo primo já me esperava na recepção do escritório. Pronunciou:
- Vou te levar em um restaurante excelente para o almoço.
Fomos para uma churrascaria excepcional. Contei-lhe tudo que soube pelo advogado. Ele já sabia, mas escutou atenciosamente. Depois, eu sugeri que fôssemos dar uma volta pela cidade. Conheci a sorveteria mais antiga, sentamos em um clássico banco de praça e voltamos para a casa com um DVD para assistirmos à noite. Adormeci no sofá no meio do filme e Gustavo me carregou, em seus braços, até a cama. Pena eu estar desacordada nesse momento.
Terceiro dia de vida boa. Meu primo falou logo pela manhã que seria um dia diferente. Disse que me levaria para o lugar mais bonito que já fui. Preparou então uma cesta com comida, suco e uma tolha de mesa, para o nosso piquenique. Pegamos o carro e fomos, não sabia para onde. Saímos da cidade e entramos em uma estradinha de terra. Depois, estacionamos embaixo de uma árvore e prosseguimos o resto do caminho a pé. Passamos por pastos verdes e pequenos morros. Chegamos a uma mata fechada. Era lá. Adentramos a mata, tínhamos que escalar algumas pedras e descer morrinhos de lama. Uma aventura e tanto. Quando estávamos já bem no centro, avistei a linda cachoeira. Devia ter uns 5 metros de queda d’água, e os sons que fazia me tocava fundo na alma. Relaxei plenamente. Sentamos um pouco e nos mantivemos calados, só apreciando.
Gustavo perguntou:
- Quer pular?
- Não é perigoso?
- Não, eu sempre pulo, é muito fundo abaixo da queda.
- Então vamos. Você primeiro.
Ele tirou sua camiseta. Eu admirei abobada aquela cena. Ao fundo, aquela mata e bela cachoeira e, como protagonista, aquele loiro de peitoral e abdômen definidos e braços fortes. Gustavo interpretou o Tarzan, batendo no peito e gritando:
- Oh! Ohh! Oohh!
Em seguida, pulou dali de cima, alcançando a água em segundos. Voltando para a superfície gritou:
- Você não vem Camila? É a sua vez!
- Não estou de biquíni.
- Tira toda a roupa, eu já tirei a minha.
E jogou sua bermuda para a beira. Estava ali, a minha espera, totalmente nu, como pede a natureza. Me despi também e pulei gritando, do alto da cachoeira. Depois do emocionante salto, nadei ao encontro do meu primo peladão. Ele não disse nada. Me olhou nos olhos, me segurou pela nuca com as duas mãos e me beijou. Tínhamos que bater os pés ao mesmo tempo. Ele pegou minha mão e me puxou para baixo da queda d’água. Tudo era perfeito, senti a água forte massagear as costas e entramos em uma gruta de pedras ali atrás. Um lugar maravilhoso. A água da gruta era mais calma e límpida. Podia ver o fundo da bacia, e ali dava pé.
Nos abraçamos calorosamente, e continuamos aquele beijo começado. Sentia o pênis de Gustavo entre as minhas pernas, senti que enrijecia mais e mais. Meu primo me beijava o pescoço e as orelhas. Começou a acariciar todo o meu corpo, passando pelos seios, o abdômen e depois meu clitóris. Massageava esta parte me deixando completamente alucinada. Eu peguei o membro grosso dele e o senti duro e quente, em minha mão. Fomos nos amassando até encostarmos em uma das paredes da gruta. Ele, então, me ergueu bruscamente e me penetrou gostoso. O vai e vem causou marolas na bacia d’água. O tesão era tanto, que não contive meus gemidos, que ecoaram pela gruta.
Gustavo estava igualmente excitado com tudo aquilo. Me olhava penetrantemente e se movimentava com precisão. Sem mudar de posição, comecei a receber um delicioso orgasmo, subia e decia na água. Arranhei as costas dele. Gozei muito! Alguns segundos depois, ele também chegou lá. E o líquido quente se espalhou dentro de mim e pela água pura. Nos abraçamos e sussurrei no ouvido dele:
- Quero mais!
Ele me beijou mais um pouco e me tocou. Percebi que começava também uma nova ereção. Ele me virou de costas e beijou minha nuca. Me colocou de quatro em uma superfície gelatinosa e mordeu, com gosto, minha bunda. Eu delirava e ria. Então, veio para cima com vontade. Me penetrou de quatro, puxando meus quadris, com força, para ele. A velocidade, nessa posição, era maior. Ele me puxou pelo cabelo e entrava com o pau inteiro na minha vulva. E, assim, outro orgasmo estrondoso dominou meu corpo. Dessa vez, ele ejaculou junto ao meu gozo.
Nos jogamos na água de novo, para refrescar. Tudo foi muito perfeito. Descansamos mais um pouco. Saímos da água e fomos até uma clareira na mata, para secar os corpos ao sol. Nos vestimos e armamos nosso piquenique embaixo de uma grande árvore na campina ao lado da mata.
O restante da semana em Lins foi continuadamente quente. Me vi apaixonada pelo Gustavo. Todas as loucas transas foram como o encontro perfeito dos corpos que se procuravam. Mas, tivemos que dar fim nessa história, para não ter problemas com a família.
Quanto à minha herança e ao desejo de minha tia Teresa, não pude aceitar a proposta de administrar o orfanato e os projetos, como ela desejava. Mas, consegui alguém muito melhor para o cargo, uma grande amiga, que também vive no interior e já tem experiência em trabalhos sociais. Hoje em dia, ela é a diretora-chefe do orfanato e está trabalhando também nos outros projetos de Dona Teresa. De vez em quando, eu vou visitá-la e, claro, aproveito para ver meu primo.
Adriano, desde que foi apresentado à Letícia, a olhava de um jeito diferente. A moça fingia não perceber e, também, não poderia agir de outra maneira, pois tinha um namorado há cinco anos, quem ela amava muito. Mesmo assim, não tratava Adriano com frieza, afinal, ele era seu superior.
Letícia estava feliz por ter conquistado aquela vaga. Estagiária, gozava de muitos benefícios por se tratar de uma empresa líder de mercado. À noite, ela estudava economia na PUC, mas não gostava da liberdade excessiva que a universidade dá aos alunos. Além de vender cerveja nas cantinas, é permitido o uso de maconha na escola. A garota recriminava o uso de drogas, até mesmo bebidas alcoólicas. Criada em uma família muito católica, se permitia apenas uma taça de vinho no Natal e em outras poucas ocasiões festivas.
A Letícia era uma universitária atípica. Não bebia. Não fumava. Não traía. Ouso dizer, que uma jovem sem graça. Sua disciplina tinha lá suas vantagens, a garota mantinha uma alimentação saudável e praticava exercícios regularmente. Assim, tinha um físico invejável ou desejável. Pele muito branca, seios fartos, com formato desenhado, cintura fina de músculos abdominais aparentes, coxa torneadas e a bunda, nem grande nem pequena, mas empinada e durinha. Tinha o corpo em proporções perfeitas. Além da forma, Letícia cuidava bem dos cabelos, castanhos e levemente ondulados, suas madeixas se alongavam até a cintura, brilhando como sua beleza inocente.
Toda juventude, inocência e beleza da moça deixava Adriano eriçado. Principalmente, quando a jovem aparecia no trabalho com sua calça branca justa e, sem a intenção de provocar, apoiava-se sobre a mesa, com a bunda arrebitada. O homem enlouquecia. Pensava em silêncio “ se eu não tivesse uma reputação a zelar, agarrava essa bunda agora mesmo”. Pensamento guloso que tirava o seu sono.
Em uma noite qualquer, Adriano dormia com sua noiva em seu duplex, quando chamou, por engano, a noiva de Letícia. Janaína jamais o perdoou. Mas, depois de discutirem por horas a relação, não se tocou mais no assunto.
A estudante perturbava aquele homem. A cada dia a desejava mais. Ao mesmo tempo, temia muito não se segurar, pois a moça poderia processá-lo por assédio sexual. Mantinha-se à distância. Pensava nela na cama. Muito Forte era o desejo reprimido. A branca bela aparecia em seus sonhos proibidos. Adriano perdera até a concentração no trabalho. No fundo, sabia que não se livraria daqueles pesadelos e sentimentos, se não satisfizesse seus mais primitivos desejos com a garota.
Havia três meses que trabalhavam juntos. Letícia começou a perceber, ainda mais, as intenções daquele pobre homem. Porém, ele a confundia, pois muitas vezes a evitava. Não podia encará-la nos olhos, não seria capaz de se segurar, frente àquele olhar adolescente e doce. Não resistia ao rosto daquele pequeno demônio. A moça possuía olhos profundamente negros e levemente puxados, tinha os cílios longos e perfeitamente pintados. Nariz pequeno e reto, bochechas avermelhadas e lábios e dentes bem empregados em um sorriso irresistível.
Adriano estava tão aficionado que recorreu aos serviços de psiquiátricos da área de RH. Maria Fernanda, a psicóloga, aconselhou demitir a moça. Mas, isso não poderia fazer. Letícia pagava seus estudos com o salário, e jamais deu motivos para demissão. Além disso, o chefe acreditava no talento da estagiária.
Essa atitude Adriano não empregou. Mas, sua produtividade caía e seu relacionamento estava por um fio, se viu, então, em uma sinuca de bico. Sem contar, a frustração que habitava sua alma, por não ser correspondido em seu maior desejo: uma noite com Letícia, a estagiária de economia.
A menina era uma santa, mas não era boba e estava ganhando a situação em que seu chefe se encontrava. Sentia pena daquele homem. Para ela, o chefe que deveria ser onipotente e onipresente, não passava de um cachorrinho faminto, de olhos tristes. Essa tristeza começou a perturbar, também, Letícia. Sua criação católica a levava a sentir uma piedade anormal pelos mortais. Agora, seu sono também estava comprometido.
O namoro duradouro da moça já não ia muito bem. Rafael, o namorado, morava há dois anos em Botucatu, onde cursava zootecnia. Diferentemente de Letícia, o garoto abusava das bebidas, drogas e festas. Vivia em uma república com mais 10 moleques e traía a namorada com freqüência, desde seu ingresso na faculdade. A namorada desconfiava, mas era cega de amor. Só que com o passar do tempo e a distância esse sentimento enfraqueceu. E a moça passou a ter desconfiança. Tinha uma amiga em Botucatu que contou para ela sobre as atitudes do rapaz. Não teve dúvida, muito fiel e rígida com quem dedica sua fidelidade, terminou o relacionamento com frieza. Sua auto-estima inabalável não deixou Letícia parar um minuto para chorar, pensar e curtir a fossa. Se recuperou apenas aumentando a intensidade dos esportes e saindo com as amigas para compras, cinema e jantares.
Adriano soube do rompimento, se viu ainda mais ansioso. Cheio de dúvidas e inseguranças. Resolveu ligar para ela no final de semana.
- Alô!
- Letícia?
- Sim, quem fala?
O telefone ficou mudo por alguns instantes. O homem pensava “e agora?”
- Oi! Aqui é o Adriano, queria te perguntar uma coisa.
- Ah sim, claro, aconteceu algo no trabalho?
- Então, não, ta tudo bem por lá. Queria saber se você já tem compromisso para essa noite?
- Ahn... Ainda não. Por quê?
A moça já tinha sacado tudo, mas queria ouvir do chefe o convite.
- Que acha de sairmos para jantar?
- Pode ser.
- Umas 9h30 passo te pegar?
- Ok. Te espero às 9h30 então.
- Ótimo! Combinado. Endereço?
Letícia informou sua rua, número e foi logo desabar seu guarda-roupas em busca de um look para o encontro. Não entendia porque havia aceitado, mal acreditava que ele havia ligado para ela. Mas, como quem faz uma boa ação, disse sim ao homem. E, agora, sentia frio na barriga. Não sabia o que esperar daquilo tudo. Não sabia como se vestir, como se comportar, nem como encarar Adriano.
Para relaxar, foi ao salão de beleza, deu um up no cabelo, fez as unhas, e pediu a opinião das amigas do cabeleireiro. Saiu de lá direto para o shopping comprou um vestido azul decotado. Em casa, banho, cremes, maquiagem, bijoux e seu perfume doce. Estava totalmente produzida, quando ele ligou.
- Estou aqui embaixo.
- Estou descendo.
Adriano quase ficou sem ar, ao ver a moça naquele vestido. Respirou fundo e foi cumprimentá-la e abrir a porta do carro, em um gesto cortês. Parecia um bobo a olhá-la. Ela sorria com graça ao perceber o entusiasmo do homem.
O jantar foi ao todo muito romântico. Aquela noite foi uma das poucas, em que Letícia se permitiu beber. E não foi qualquer coisa, Adriano pediu um champagne Veulve Clicquot, e a moça passou das 3 tacinhas. Comeram salmão ao molho de alcaparras, acompanhado de legumes no vapor. Conversaram muito, perceberam que mal se conheciam. A estagiária nem imaginava que seu chefe tinha uma noiva, mas não ficou sabendo nessa noite.
Foram embora do restaurante, Letícia estava bem altinha, afinal nunca bebia. Tinha a face muito rubi e ria bobamente. Adriano já não perdia tempo em investir suas cantadas. Partiram direto para o motel. Ela fingia não entender, mas estava muito entusiasmado com a idéia. Ele havia já reservado a suíte residencial, com tudo que se tem direito. A moça impressionou-se seu namorado jamais a levara a um lugar assim, nem sequer na primeira vez.
Adriano abriu uma outra garrafa de champagne e sentou-se ao lado de Letícia, alisou os cabelos dela e beijou sua nuca. Ela demonstrou aquele arrepio gostoso com um gemidinho tímido. A moça olhou intrigantemente nos olhos do chefe. Ele, agora, podia encará-la, como se o medo tivesse passado por completo. E ela gostava disso, não sentia mais pena por ele, e sim um enorme tesão e delicioso desejo. Subia um frio pela espinha, ela beijou Adriano com vontade. Ele a abraçou forte, e a garota já podia sentir o pênis de Adriano muito excitado. Entre abraços e beijos, a tão católica Letícia transformou-se. Se movimentava devagar e sensualmente, seguiu com um streap tease. Desabotoou sua camisa branca, expondo o sutiã de rendas, depois livrou-se do sutiã, dançando com prazer. Adriano estava ficando louco, alisava sua cintura e bunda, enquanto a moça fazia sua dancinha, olhando fixamente para ele. Tirou a saia comportada e sua calcinha cavada. Adriano, que estava sentado na cama, observando os movimentos delirantes de Letícia, puxou-a para si e chupou seu clitóris, acariciando também sua vulva rosada e perfeitamente depilada.
Ela deliciou-se com a carícia, molhou-se completamente, teve um orgasmo rápido e partiu para cima do homem. Jogou ele de costas na cama, pegou o pênis de Adriano e enfiou dentro de sua vagina e cavalgou. Os dois alucinados e suados, movimentavam-se com empolgação. Letícia comprimia os músculos da vagina, Adriano a puxava para cima e para baixo, ela gemia enlouquecida. Os dois se olharam e sabiam que iam gozar logo. Ele, então, virou a moça, ficando assim por cima, e penetrou-a inteiramente. Ela gozou mais uma vez, e em seguida Adriano também.
O homem soltou o corpo para cima dela, mantendo o pênis dentro. Se acariciaram as costas e ficaram assim mais um tempo. Respiravam e deixavam seus batimentos igualarem e os músculos relaxarem. Se beijaram um pouco mais e dormiram de conchinha, possibilitando novos acontecimentos durante a noite, que foi, digamos, muito longa e prazerosa.
Foi assim, em uma dessas longas e inconclusivas sessões de psicanálise, que descobri minha tara. Meu analista interrompeu meu falatório, quando eu estava relaxado no divã vermelho, relatando acontecimentos da semana e expondo minhas mais obscuras fantasias.
- Meu amigo, você tem uma tara que te perturba e causa os seus desvios de comportamento.
Nossa de que esse louco está falando. Será que tenho algo sério?
- Mas, calma! – Continuou – É uma tara muito comum e, digamos, que não atrapalha suas atividades e relações na sociedade.
- Dr. Agnaldo, me diga então que tara é essa?
- Você é um típico Vouyer. – Afirmou com precisão diagnóstica.
E eu fiquei alguns minutos refletindo. Tenho uma tara com um nome francês, que exótico. Acho que posso até conseguir algumas garotas. – OI, eu sou um vouyer, quer sair jantar funghi e champignon? Beber um vinho francês? Queijo camenbert?
Agnaldo, o analista mais estranho que já conheci, continuou a me falar sobre o problema, seus sintomas e as suas conseqüências.
- Você sente muito tesão em assistir às pessoas terem relações sexuais. Isso não te atrapalha nada, a não ser que seja um caso em que não se consegue uma ereção sem esse tipo de estímulo. O que acredito não ser ainda o seu caso. Mas, você deve ficar atento. Além disso, deve ser muito discreto e freqüentar lugares próprios se quiser satisfazer esse desejo, porque os problemas que poderá ter são pessoas te acusando de invasão de privacidade, pode ter problemas para conseguir um relacionamento mais sério, esse tipo de coisa. Alguns poderão pensar que você é um tipo de freak.
Fiquei aliviado, afinal, não é sempre que se pode ver uma transa alheia, a não ser nessas casas de swing por aí, e pensar em só ter uma ereção nesse caso seria um bom motivo para suicídio. Eu sabia que esse não era meu caso mesmo, mas o que me preocupou foi aquele “ainda”.
Agora, vou contar a você as partes da minha análise que, muito provavelmente, fizeram com que o doutor chegasse a essa conclusão de que eu sofro de Vouyerismo. Primeiro, contava que tem um casal jovem de vizinhos que, quase todas as noites, fazem amor barulhentamente. E os gemidos daquela mulher, que nem sequer conheço pessoalmente, me tiram do sério. Dessa forma, me habituei a me masturbar ao som da transa dos dois.
Narrei, também, ao psiquiatra, uma viagem que havia feito há um ano. Depois de cansativos 2 anos de trabalho, sem férias, tirei um mês inteiro de folga. Resolvi então passar os 30 dias na praia. Sempre bom para relaxar, estar em contato com a natureza e se aventurar em coisas nada cotidianas. Aluguei uma casa aconchegante a 30 metros da areia. Tinha tudo de que precisava, cama de casal, cozinha e banheiros espaçosos, varanda com rede e churrasqueira. Todos os dias, acordava às 9h, preparava um café reforçado e caipirinhas de sabores sortidos para levar para a praia. Então, armava meu guarda-sol e saía para uma caminhada até o outro canto da praia. Entrava no mar para me refrescar, e depois ficava só relaxando na sombra. Às vezes, pedia uma porção de lula à dorê no kiosque mais perto.
Fazia já uma semana que estava na boa vida, e foi, durante meu tradicional mergulho da manhã, que avistei um casal no meio do mar. Era evidente o que os dois estavam fazendo ali, naquele ponto distante, e o movimento da água não negava. Então, discretamente me aproximei e fiquei observando. Notei a face de prazer da mulher. O parceiro também estava pleno no momento. A transa durou uns 20 minutos, tempo suficiente para eu me masturbar e ejacular, ali mesmo no mar. Continuei olhando o casal e pude notar que estavam indo para uma casa a, aproximadamente, duas quadras da minha. Fiquei entusiasmado, pensando que poderia flagrá-los mais vezes.
E pensei certo. Naquele mesmo dia, a moçada toda do condomínio agitava um lual para a noite, que teria como decoração a presença da lua cheia, sobre o mar. Eram 21h30 e a praia começou a se encher de jovens queimados de sol, levando bebidas e violões. Acendemos, então, uma bela fogueira que competia com a luminosidade da lua. O clima de tudo aquilo era perfeito, o cheiro e o som do mar, a areia fofa e fresca, a claridade lunar e muita vodka com frutas. Sem contar ainda com as garotas vestindo cangas.
Passou meia hora e chegou o casal que eu havia visto transar no mar. O jovem era moreno, alto e estava já bronzeado, e a garota era uma loira de olhos verdes, levemente rosada do sol, tinha um sorriso carismático, e naquela noite vestia um provocante vestidinho tomara que caia vermelho. Quando sentou-se, com sutileza, não pude deixar de notar aquelas coxas duras da garota, o belo par de pernas já me deixara instigado. E o casal acomodou-se justo ao meu lado na roda.
Todos se apresentaram com uma brincadeira. Julia era a loira magnífica e acredito que o seu parceiro chamava-se Ricardo. Entre muitas músicas, assuntos fúteis e muita bebida, o casal apaixonado se beijava, flagrei o Ricardo com a mão sob a saia da Julia. Ela ria daquele jeitinho inocente, e suas bochechas ficavam cada vez mais vermelhas, pela bebida. Puxei assunto com a moça, que já bem altinha se aproximava muito para falar comigo. O namorado olhava feio, mas também estava animado e conversando com outras garotas. No fundo, eu sabia que não iria conseguir nada com ela, mas nem era isso que eu tinha em mente, só queria assistir-los mais uma vez.
Todos estavam já muito bêbados, todos os tipos de assuntos já tinham sido citados naquela roda. Inclusive, sexo. Acredito que não só eu saí estimulado do lual. Eram 4 horas da madrugada e a lua ainda brilhava no céu. Todos começaram a se retirar, Julia e Ricardo foram os últimos a se levantar, os dois ficaram se amassando por um tempo, envolta da fogueira. Ricardo a pegou-a no colo e girava sobre a areia. Eu me levantei e fui andando devagar, fingindo que voltaria para casa, e percebi que aqueles dois não voltariam tão cedo. Então me escondi atrás de um coqueiro que ficava em um canto muito escuro, e me mantive ali, observando.
Não havia mais ninguém pela praia, e os dois ali estavam a esquentar mais e mais o clima. Eu já estava excitado, e para ajudar, Ricardo despiu a moça. Notei que além das belas coxas, que era até então a única coisa exposta, a loirinha tinha uma barriguinha perfeita e seios pequenos e durinhos. Ricardo a tomava com vontade e carinho pela sua cintura fina. E os dois rolaram pela areia da praia, estavam bem na beira do mar, e enquanto faziam amor, as ondas os cobriam e voltavam felizes para o mar. Era uma cena muito intensa e, ao mesmo tempo, romântica. Ricardo a tomara completamente, seu corpo moreno e suado por cima do delicado corpo de Julia. O momento mais forte, para eu que assistia àquilo, foi quando a loira foi por cima do moço. Aquele belo corpo, iluminado pelo luar, com os cabelos ao vento, os lábios entreaberto e gemendo de tesão. Julia cavalgava com prazer, movimentos delirantes, ela estava enlouquecida, foi evidente o momento exato que ela gozou. Teve um orgasmo duradouro e alucinado. Depois, caiu cansada nos braços do namorado. Os dois ficaram mais um tempo ali na areia descansando. O sol começava a nascer, eu também havia gozado com minhas próprias mãos, mas tive que sumir rapidinho dali, para não ser notado. O casal provavelmente assistiu ao pôr-do-sol antes de voltar para casa.
O resto da viagem nem merece ser contado. Mas essas transas loucas, que nem minhas foram, valeram minha folga. E essa foi toda a história que contei para o analista, e ele me revelou que sou Vouyer. A partir de então me assumi, a carapuça me serviu muito bem. Hoje, freqüento quase de swing e, muitas vezes, sou até procurado por casais exibicionistas, o que fica perfeito eles tem tesão em fazer com alguém vendo e eu tenho tesão de ver. Além disso, convenci todas as minhas namoradas de freqüentarem esse lugares comigo, e sabe que ela até dizem que foi um relacionamento diferente, mas que essas minhas taras apimentaram a vida delas.
Hoje sou dono de uma oficina em Santo André, no ABC Paulista. Mas, um dia fui um jovem roqueiro cabeludo, embagajado de sonhos e loucuras. Tínhamos entre 20 e 25 anos e nossa banda era composta por um baterista, grande Ugo, um baixista, Arnaldo e eu, que tocava guitarra e cantava. O nome do grupo era Smile of Death e éramos grandes sonhadores, com muito talento e pouca experiência.
Essa fase da minha vida, posso dizer de boca cheia, que foi a mais louca de todas. No início, só ensaiávamos todos os dias e chapávamos de cerveja e maconha. Nosso repertório era ainda muito restrito.Fazíamos cover de bandas como Black Sabath, Gun’s and roses, Rolling Stones e Bob Dylan. Com o passar do tempo, fomos melhorando e ampliando nossa lista de músicas. Tocávamos Pink Floyd, Kiss, Deep Purple, Yes, Foo Fitghters e até alguns nacionais como Cazuza, Barão e titãs. Pouco tempo depois, começamos a compor nosso som próprio.
O Smile of Death tocou primeiro de graça e botecos de bairro e, na medida em que ficávamos conhecidos entre os jovens da noite, passamos a tocar em bares mais famosos e casas noturnas.
Eu sempre acompanhava a vida excitante das celebridades do Rock’n Roll. Ficava imaginando o que viria a acontecer se eu alcançasse a tão desejada fama. Carros, guitarras, bebidas caras e muitas mulheres. Sei que ser vocalista, com todo aquele mistério do palco, era um grande atrativo para as fêmeas. E comigo não seria diferente. A banda já havia rendido boas noites, na companhia de jovens muito interessantes.
O sucesso já batia à porta da Smile of Death. O que gerou garotas fanáticas pela banda e por nós, os integrantes. Todo final de show, inevitavelmente, levávamos mulheres para o camarim. Então, bebíamos, fumávamos, tocávamos violão para elas cantarem e o clima esquentava. Era sempre uma mulher para cada um. Eu, como vocalista e porta-voz da banda, acabava sempre escolhendo a mais gata entre as garotas. E a festinha particular estava armada.
Foi numa dessas noites de som e loucura, que minha velha fantasia se concretizou. Duas amigas, uma loira outra morena, me encontraram atrás do palco, durante o intervalo da banda. As duas mulheres eram de dar água na boca, estavam vestidas como o diabo gosta e eram extremamente provocantes. A morena, Ju (me lembro o nome até hoje), tinha uma boca muito sexy, com lábios carnudos e, perfeitamente, pintados de vermelho. Ela me abordou, sussurrou em meu ouvido uma proposta irrecusável que, imediatamente, me deixou excitado. A amiga loira tinha os seios perfeitamente desenhados, do tamanho, que eu diria, perfeito, cabendo e enchendo perfeitamente as mãos. Isso, sem contar a barriguinha sarada e a bunda miúda e arrebitada. Já na Juliana, o que me chamava mais a atenção era seu rostinho de adolescente. Ela tinha, além da boca suculenta, os olhos verdes e fundos, o narizinho empinado e as maças do rosto salientes e rosadas. Tive vontade de colocá-la na prateleira, como se faz com um troféu. Mas, ao invés disso, fiz muito melhor.
Quando voltei ao palco, para dar continuidade ao show, só pensava naquela loucura que as duas tinham me intimado a fazer. Como muitos homens temem, temi não agüentar com duas mulheres daquelas ao mesmo tempo. Parei até de beber meu Jack Daniel’s a cowboy, para não arriscar uma falha, da qual me arrependeria para sempre.
Fechamos a noite com uma das nossas músicas próprias, que dizia mais ou menos assim:
- Loira! Morena! Ruiva! Mulata! Chinesa! Te quero só pra mim!...
Então, logo que cheguei ao camarim, lá estavam elas, duas beldades, na melhor idade e furor sexual. Um arrepio intenso subiu pela minha espinha. As duas me cumprimentaram com um selinho. Nesse meio tempo, passaram por nós os outros caras da banda e, impressionados com a situação, riram e fizeram sinais de aprovação para mim.
A loira me disse, toda entusiasmada, que queria conhecer a nossa van. Então, entramos no camarim, onde os outros se embebedavam, peguei uma garrafa, dois baseados e a chave da nossa kombosa.
Chegando lá, abri e liguei o som muito potente que tínhamos improvisado no veículo. As duas me chamaram, e quando olhei, elas estavam se beijando deliciosamente. Essa foi uma das cenas mais belas que presenciei na vida, da qual jamais me esquecerei. Um beijo quente daquelas duas amiga enlouquecidas.
- Calma! Não se empolguem sem mim. – Sugeri.
Aos risos, a Ju se aproximou e me beijou, olhando penetrantemente nos meus olhos, com aqueles verdes dela, inesquecíveis. Enquanto nos beijávamos, a loira gostosa me lambia a orelha e sussurrava sacanagens:
- Tira a blusa dela. Ela tem peitos lindos.
Segui as instruções e, em seguida, tirei também a camisa da loira. Deixei, assim, aqueles dois pares de seios perfeitos, com os bicos estalados, apontando para mim. Não me contive a chupá-los, lambê-los e massageá-los. Notei que as duas já sentiam muito prazer. O meu grande amigo pinto estava mais rígido que meu microfone de aço.
A Ju me despiu e lambeu meus mamilos, depois uma tirou as calças e calcinhas da outra fazendo movimentos, como uma dancinha de streap. Estávamos os três, nus dentro da Kombi. A morena deitou a loira no chão. Depois, derramou wisky sobre o corpo dela e a lambeu com vontade. Nesse momento, me coloquei por trás da Ju e estimulei seu clitóris. Em seguida, a penetrei, com ela de quatro em cima da loira.
O Ménage a tróis estava alucinante. A loira me pediu para comê-la também, então, Juliana saiu de cima dela e eu fui para cima. A morena doida tirou uma máquina Polaroid da bolsa e ficou fotografando nós dois naquele momento delicioso. Eu gozei dentro do loirão, que também teve profundos orgasmos:
- Ai que delícia! .. Vai safado! AH AH Ahhhnnn. – E contraiu todos os músculos definidos do corpo.
Ju me pediu:
- Também quero um orgasmo assim.
Então comecei a chupá-la delirantemente. Sua boceta estava completamente úmida e muito quente. Tinha um sabor peculiar e muito bom. E enquanto ela se deliciava com minha carícia, a loira puxou minhas pernas e quadril para o lado e me dedicou uma chupeta sensacional. O que um dia foi chamado 69 virou um “L” sem igual. Agora, eu gozava pela 2ª vez, enquanto Juliana urlava tendo um longo orgasmo.
Depois, degustei um grande gole de Jack e fiquei assistindo as duas garotas deliciosas terminarem essa transa sozinhas. Elas se estimulavam e se penetravam os dedos. Ao fim, terminamos com as duas se deitadas em meus braços, uma de cada lado. Completamente satisfeitos, acendemos um cigarros e ficamos descansando e rindo imóveis.
Tem esse homem no meu trabalho, que desde que entrei na empresa, me lança um olhar ousado quando passo pelo corredor. Sua mesa fica ao lado da janela e seu PC é o único preto do andar. O homem deve ter seus 42 anos e mantém a forma malhando na academia perto do trabalho, no horário de almoço.
Ele é moreno, com aproximadamente 1,80 m de altura e usa uma barba rala, cuidadosamente aparada. Eu, particularmente, adoro homens dessa idade, que apelidei de aqueles que estão na fase do lobo (versão masculina da fase da loba). Acredito que é nessa fase que eles ficam mais vaidosos, mais confiantes e com mais firmeza no que querem. Muitos são já bem sucedidos em suas carreiras, e mantêm uma reserva financeira para gastos pessoais. Como com bem-estar, prazer e compras de roupas, perfumes, livros e CDs. Mesmo nos quarentões casados e com filhos, esse hábito é freqüente.
O meu lobão é casado. Mas, isso não me impede de sentir vontade dele. Talvez, até aumente o meu desejo inescrupuloso. Não sei se tem filhos, mas é bem provável. Não me interessa. Sei que o homem, praticamente, me despi e me come com os olhos. E esse olhar arrepia todos os pêlos do meu corpo. E a minha reação nunca passava de um sorrisinho de canto de boca.
Um dia desses, quando não se espera mais do que horas de tremendo tédio, intercaladas a horas de muito trabalho, encontrei o homem, por acaso, no estacionamento. Ele estava abrindo seu Civic (carro a cara dele, por sinal), quando nos entreolhamos com surpresa. Não sabia que ele também era mensalista do meu estaciona.
Um fogo começou a me queimar por dentro. Aquele homem formado, maduro, com suas madeixas castanhas ligeiramente grisallhas. E notei toda aquela gula com a qual me encarava. E, dessa vez, diferentemente das outras, minha reação foi um olhar tão intrigante quanto o dele.
Foi, então, que ele se aproximou devagar. Enquanto dava seus lentos passos em minha direção, meu coração disparava, até alcançar um ritmo que fez parecer que o tempo e o barulho da rua cessavam. Todo o som que eu ouvia era o tum-tum no meu peito que marcava o ritmo de um tempo só meu.
E alí estávamos frente a frente, distanciados por apenas a medida de uma braço esticado. O homem mantinha seu olhar penetrante, e , como quem não quer nada, me perguntou as horas. Hora de me dar um beijo, pensei. E ele segurou meu pulso e levantou em sua direção lendo em seguida:
- São 19h15. Para onde você está indo?
- Para minha casa – respondi.
- Mora sozinha?
- Com certeza – não poderia ter sido mais direta em minhas intenções.
- Posso te seguir?
A desentendida: - Por quê?
Respondeu: - Por isso! – E me lascou um delicioso beijo na boca. Entramos cada um em seu carro e partimos em direção à zona sul. Passamos Santo Amaro, Ibirapuera, Vila Mariana e finalmente Saúde. Durante todo o percurso, ele me fazia provocações pela janela. Chegamos e estacionamos os carros no meu prédio. E subimos feitos dois loucos, pelas escadas, até o 13º andar.
- Desse jeito não vamos agüentar o que tem por vir! – pronunciei bufante.
- Você não vai agüentar? Veremos.
Destranquei a porta nas pressas, com a mão trêmula. O lobão faminto já me prensou na porta aberta mesmo e me beijou, espremendo todo seu corpo contra o meu.
Como poderia já estar tão excitado daquele jeito? E estava mesmo. Me mordiscou a orelha e meteu as mãos dentro da minha blusa. Aqueles dedos ao encontro dos meus seios. Que coisa boa. Prazer tremendo. O melhor beijo. O melhor amasso. Experiência é tudo.
E era muito mais, química, timing e loucura. Tirou minha blusa e o sutiã de uma só vez. E foi me beijando todinha. Começando pelo pescoço. Depois, passou um bom tempo chupando meus mamilos e continuou descendo devagar com a boca. Arrancou minha calcinha nos dentes. Me penetrava o dedo e me fez um maravilhoso sexo oral. Em pouco tempo já havia gozado na boca dele, e alucinada o livrei de toda aquela roupa. Ele me pegou com força e me botou de quatro no tapete da sala. Soltei um grito de delírio quando me penetrou naquela posição e condição de cadela. Me puxava pelos quadris agressivamente e gozou muito naquele mesmo lugar.
Mas, o homem era insaciável, me puxou pelo braço e sussurrou no meu ouvido: - Quero conhecer teu quarto. Fomos, então, para o quarto. Lá, nos jogamos em um papai e mamãe, que foi progredindo para coisas bem diferentes. Colocou minhas pernas em cima de seus ombros. Assim, ,senti seu pênis entrar inteiro. Eu apertava meus músculo e soltava, enquanto ele também fazia certeiros movimentos. Parou do nada e, mais uma vez, começou a me chupar. Resolvi então retribuir e conheci o poderoso 69 do quarentão. Já havia perdido as contas dos orgasmos divinos que o homem me induziu a ter. E gozamos, juntos dessa vez. O líquido quente, àquela altura já quase transparente, esparramava-se na minha boca e pescoço. Foi quando achei que tínhamos acabado por aí. Ele sugeriu: - Agora vamos tomar um banho?
Uau! O homem que eu pedi a Deus. Pena ele ter dado para outra. Aquela mocréia. Não é ciúme, é inveja mesmo. Imagina casar-se com um homem daqueles. Que sonho.
No banheiro, mais um belo round. Me levantou embaixo do chuveiro, encostando minhas costas na parede. Enlacei minhas pernas em torno das costas dele. E mais um longo e extremo orgasmo, dessa vez, nas alturas, sem nenhuma parte do corpo apoiada no chão. Ele gozou pela terceira vez e terminamos o banho nos ensaboando mutuamente.
Hoje em dia, meu sorrisinho de canto de boca tranformou-se em um sorriso safado, seguido de uma mordida provocante nos lábios. E ele continua me comendo com os olhos, mas não só com os olhos. Nosso caso se prolongou. Já fizemos uma vez no almoxerifado da empresa, onde nos batíamos entre os arquivos de metal. E um outro dia, igualmente interessante, foi no Honda Civic dele, durante a nossa apetitosa hora de almoço.
Acabo de retornar de uma viagem. Passei os últimos dois anos na Austrália, trabalhando e cursando meu MBA. Aqui, no Rio de Janeiro, não deixei nenhum namorado. Mas, tinha um amigo especial, vulgarmente nomeado de fucker friend. Fernando é professor de educação física de um colégio próximo ao meu apartamento do Rio. Nos conhecemos ainda na época em que eu estava na faculdade. Tínhamos amigos em comum, que nos apresentaram em uma balada. Depois desse dia, nos tornamos grandes amigos.
Um ano se passou naquele clima de amizade absoluta. Até que ficamos muito bêbados em uma festa e nos beijamos. Não bastasse esse acontecimento, ainda ultrapassamos o sinal. Dessa noite eu mal me tenho lembranças. Acordei no dia seguinte com uma ressaca homérica, física e moral. Será que perdi meu grande amigo? Como vou olhar para ele quando nos encontrarmos? Foram os pensamentos que borbulharam durante todo o domingo.
Segunda vai, quarta vem e chega a sexta-feira. O fim de semana revela a alegria daquele acontecimento. Eu e o Fer soubemos lidar com a situação da melhor maneira. Já que éramos amigos e livres de compromissos, aproveitávamos um do corpo do outro. Assim, sem nenhuma cobrança só prazer e respeito.
O relacionamento mais delicioso que já tive e que durou aproximadamente um ano. Isso porque eu atravessei o oceano para trabalhar e estudar no Continente Novo.
Durante esse tempo na terra dos cangurus e coalas, mantivemos contato pela internet. Mas, com o passar do tempo, tomamos uma certa distância. Ele aqui começou a namorar uma garota muito ciumenta e eu, com dois meses de Austrália, me envolvi com um surfista, com quem mantive um namoro duradouro.
O tempo passou e completava 1 ano e 7 meses no estrangeiro. Eu e meu australiano loiro rompemos e, a carência estava batendo. Sabia que, em breve, voltaria ao Brasil. Porém, meu excelente estepe, Fernando, continuava mergulhado naquele relacionamento doentio. Ele foi proibido pela namorada de falar comigo por msn, orkut, skype ou qualquer outro meio de comunicação.
Antes de retornar, viajei um mês e meio pelas belas praias australianas. Tempo esse valorosíssimo, em que pude, além de conhecer caras interessantes, refletir muito, relaxar e organizar a mente.
Acabou. Malas prontas para a volta. Me reuni com os amigos que fiz por lá, em um pub. Bebemos muito, trocamos todos os contatos e deixamos aquela promessa de nos encontrarmos em viagens, eles viriam ao Brasil, em um outro ano, iríamos todos para a Europa. Chorei, trocamos cartas e o doloroso Adeus.
Desembarquei na cidade maravilhosa. Fazia uns 33 graus e o sol estava radiante para minha chegada. Já em casa, desfiz as malas e vesti meu biquini bem brasileiro, o famoso fio dental, e vamos a la playa. E com quem eu me encontrei no quiosque de sucos naturais? Fernando, o cara. Ele me deu um abraço apertado:
- Que saudades mulher!
- Nossa! Muita mesmo!
Sentamos por ali para colocar a conversa em dia. Papo vai, papo vem, descubro uma ótima notícia, ele largou a namorada, e está novamente desimpedido. Imagens quentíssimas começaram a fervilhar na minha cabeça. Calor disfarçado de sol e praia. Ele usava uma bermuda vermelha e exibia seu peitoral e costas, para mulher nenhuma botar defeito.
O sol começava a se pôr, trocamos os telefones atuais e já combinamos um jantarzinho com cerveja, sexta-feira, no meu apê.
Tentei me enganar pensando que seria um programa só para amigos. Mas, mesmo assim, fui á manicure e à depilação. Tudo em cima para a noite tão esperada. Meu apartamento fica no Leblon, como é uma construção antiga, alguns confortos se mantiveram, apesar da violência urbana. Os meus preferidos são: não precisar descer até a portaria para buscar uma entrega, por exemplo, de pizza ou água. O motoboy pode subir até a porta para entregar. A outra vantagem, também muito interessante, é a ausência de câmeras de segurança em todo o prédio.
Eram 21h30 de sexta e soou o interfone. A lazanha ao molho quatro queijos já estava gratinando no forno. Fernando chegou e estava muito cheiroso e de ótimo humor. Sua presença sempre me fez muito bem e , naquela sexta-feira, eu estava irradiante, numa poderosa energia e alegria.
Foram seis latas de cerveja antes de comermos e mais seis depois. Altas risadas e fiquei por dentro de tudo que rolou no Rio, enquanto estive fora. A essa altura, nada tinha rolado, só o bom papo e as provocações, piscadas, e beijinhos no ar. Já era tarde e o Fê precisava ir embora. O acompanhei até o elevador. Enquanto este não chegava, Fernando, um pouco bêbado, mordeu levemente minha nuca e começou a beijar minha orelha. Senti um arrepio subir pela espinha. Sussurrei na orelha dele:
- Pára safado!
- Não paro não, delícia!
E me beijou com um beijo molhado e saboroso. Me apertava a bunda e beijava alguns ponto estratégicos. Eu já estava alucinada de tesão. Encaxei meus braços por dentro de sua camisa e alisei aquele peitoral e abdômen perfeitos. Que homem cheiroso, pensei, tenho certeza que usava Boss.
Chegou o elevador e o Fê entrou e meu puxou pra dentro pelo braço. Apertou todos os botões dos andares e disse:
- Bem-vinda ao passeio de elevador inesquecível!
Aquilo me excitava muito. Ele me jogou na parede e arrancou minha blusa violentamente. Eu temia que alguém do prédio chamasse aquele elevador, mas o tesão era tanto, que não me detive nesse medo. Desabotoei o jeans do Fer. Peguei aquele membro muito duro e comecei a chupá-lo com muita gula. Notei no rosto do moço o quanto estava se deliciando com meu ato. Pouco tempo antes de gozar, pediu para parar. Iríamos continuar de outra forma. Então, Fer me beijou loucamente e estimulava meu clitóris.
- Vem! Me come! Vem! – Eu pedia.
Ele, então, me virou de costas para ele, e me apoiou na parede do elevador, de frente ao espelho. Envolveu seus braços em minha cintura com força, e me penetrou tão gostoso que não consegui segurar um alto gemido de prazer.
O elevador parava, subia e descia. Mas, nós estávamos em um movimentos muito mais interessante. Mais alguns minutos de extremo prazer, gemidos e sussurros:
- Cachorra! Você é muito boa! – falas do Fernando, que em seguida lambia meu ouvido.
- Aannnnnaaaainn ! – Eu não parava de gemer.
Aquilo tudo era uma loucura. Suados e alucinados aumentamos ainda mais o ritmo da transa. Mudamos para uma outra posição. Ele me ergueu apoiando minhas costas na parede e eu pude sentir, então, seu pênis entrar por completo na minha vagina. Fiquei com as pernas entrelaçadas em suas costas e cavalguei gostoso. Me lembro ainda daquela imagem linda, gozamos simultaneamente, nos entreolhando, tremendo e contraindo todos os músculos do corpo.
Minutos depois caímos na risada.
- Essa vai ficar para a história – Comentou meu amigo.
E sem dúvida ficou mesmo, tão bom que foi que tive que escrevê-la.
Faz aproximadamente 3 meses que me matriculei na natação. Então, todas as segundas, quartas e sextas, durante o horário do almoço (13h às 14h), visto meu maiô, toquinha e óculos e caio na água. Geralmente, nada 1800 a 2000 metros, resultantes dos meus 45 minutos de treino. Juliana, a professora, é uma simpatia em pessoa mas, elabora treinos exaustivos para o atletas de primeira viagem. Mas, a Ju, além de ótima professora é uma grande atleta e, esporadicamente, compete em provas de triatlon.
Semana passada, aconteceu uma dessa competições e ela, como de costume, não foi passar treinos na academia, para tentar conquistar uma nova medalha. Em seu lugar, chamaram um treinador substituto. E foi nessa segunda-feira que conheci Marco Antonio. Um esportista robusto, com seus 1,85m de altura, costas de nadador e braços fortes. Além do corpo perfeito, em razão dos esportes, Marco tem um rosto peculiar muito bonito. Traços quadrados e marcados, nariz longo e olhos verdes e fundos. Um homem que jamais passaria batido pela rua. E não foi à toa que logo de cara me chamou a atenção.
- Olá, eu sou o Marco, professor subtituto. – Apresentou-se o moço.
Aquela voz rouca, sexy e forte massageou meus tímpanos, quase não pude conter a excitação que sentia.
- prazer! Eu sou a Josie.
Esse dia nadei 1 hora. Com uma energia tremenda. Mas, o que queria mesmo era gastar toda essa energia de outra maneira.
Terça-feira mal consegui me concentrar no trabalho. Passei o expediente inteiro imaginando loucuras com Marco Antonio. Custo dos processo operacionais R$1.250,00, 15% do faturamento e aquele corpo sarado do moreno. Fiquei sonhando com aqueles braços fortes me envolvendo. Quando será que o verei novamente? Uma agonia tomou conta de mim, pensei que ontem poderia ter sido a primeira e última vez.
Quarta-feira, até pensei em não enfrentar a piscina. Não queria chegar lá e ver a Juliana de novo. Mas, não perderia minha rotina esportiva e meu condicionamento físico por uma paixonite passageira. Coloquei a minha velha mochila nas costas e segui em direção à academia.
Já em meus trajes de banho cheguei na piscina e me deparei com aquela imagem divina. Era ele, Marco Antonio. Vestia uma sunga azul-marinho, deixando a mostra o que tem de melhor o nadador. Terminou suas piscinas estilo Medley e saiu da água subitamente, sorrindo para mim com cara de aprovação. Eu era a única presente na aula, não sei se pelo friozinho que fazia, ninguém mais apareceu naquele horário.
Por esse motivo sugeri ao treinador que não se preocupasse comigo e voltasse para a água nadar. Ele esperou uns 10 minutos para garantir que nenhum aluno chegaria e topou minha proposta. Assim, faríamos juntos o treino. Eu lado a lado com aquele deus molhado, separados apenas por uma raia de plástico. Começamos com 10 chegadas de cral, mas, quando estava completando a 8ª, tive uma câimbra horrível na panturrilha. Ele percebeu e veio logo me acudir. Segurou minha perna esticada. A medida que a dor cessava, um tesão enorme tomou conta do meu corpo, ainda com as mãos de Marco envolvendo minha coxa.
Nesse momento, olhei fundo nos olhos daquele homem e , notei que me correspondeu ao olhar. Quando me dei conta, estávamos nos beijando alucinadamente, na beira da piscina.
O clima foi esquentando e perdemos a noção de tempo e espaço. O lugar nada propício causava um frio na barriga, que aumentou ainda mais a emoção do momento. Aquele homem esculpido, quase nu, me envolvendo dentro da água morna. O perigo de sermos flagrados inspirou o meu exibicionismo sem-vergonha, realizava a minha mais louca tara.
Devagar, Marco foi abaixando as alças cruzadas do meu maiô. Senti a intensidade de sua excitação na rigidez de seu membro. Enfiei a mão por dentro da sua sunga e peguei aquele pênis gostoso. Me beijava o pescoço, as orelhas e me tocava, com muita experiência. Foi descendo com a boca pelo meu corpo, chegando nos meus seios. Chupou com muita vontade. Eu delirei. Ele tirou, então, de vez meu maiô e com sua força de atleta me ergueu para a beira da piscina e me chupou. Essa carícia, de um expert, durou uns 15 minutos e eu gozei muito na boca dele. Então, voltei para a piscina e continuei o beijando. Nos encaixamos com facilidade (lei da gravidade menor na piscina), e começamos uma longa transa, com muito, muito tesão.
A intensidade do vai-e-vem movimentou a água, criando ondas em volta de nós. As marolas mais deliciosa em que já nadei. Sussurrei sacanagens ao pé do ouvido do meu imperador romano, e esse demonstrava seu prazer dando leves mordisquinhas nos meus lábios. Tive mais dois orgasmos bem acompanhados de gemidos e gritos. Ele também gozou loucamente.
Depois desse dia, continuamos a nos ver mais algumas vezes, mas, o caso terminou, pois não conseguimos superar a emoção dessa experiência da aula de natação.
Sabe, eu sempre fiquei me perguntando durante viagens o que vê o maquinista de metrô. O que será que ele consegue enxergar?
Outra coisa que sempre tive vontade de fazer no metrô era cruzar com um completo desconhecido e me entregar a um beijo quente, ali mesmo.
Então, um dia que sai muito tarde do trabalho corri para não perder o último trem. Por sorte, consegui pegá-lo e naquele vagão, em que entrei às pressas, havia somente eu e mais um homem. Era um tipo diferente, diria que um homem rústico. Tinha a barba cheia e os cabelos longos e enrolados. Era alto e moreno. Também era magro, um magro esbelto, não lhe faltava nada, e tinha uma bunda...aaff.
Nos entreolhamos com cumplicidade, aquele olhar discreto para tentar disfarçar a vontade. Meu coração disparou pois, me veio em mente a cena de uma viagem louquíssima naquele vagão. Inesperadamente, o homem me abordou com um simples e excitante - Oi!
Não sabia como reagir e foi, então, natural: Oi, tudo bem?
E meu homem das cavernas mordeu o lábio inferior depois passou a língua por cima, numa provocação irresistível. Já senti umedecer a preciosa entre as pernas. Foi, então, que num impulso instintivo lasquei um beijo naquela boca envolta de barba escura. Ele me pegou forte pela cintura, abandonando as pontas dos dedos em minha bunda. Passados menos de dois minuto, estávamos arrancando nos dentes as roupas um do outro. No primeiro amasso, já havia sentido o relevo muito grosso que aquele homem possuí. Mas, nada comparado a quando coloquei a mão e o tirei para fora da calça. Estava duro como pedra e era muito grosso. Jamais tinha visto nada parecido. Quis provar o gosto. Comecei lambendo todo seu peitoral definido e fui descendo devagar, olhando nos seus olhos com cara de safada. Até que cheguei finalmente àquele saboroso membro. O moreno segurava minha cabeça e fazia movimentos com brutalidade. Eu já estava alucinada de tesão. Dei-lhe um tapa na cara e pedi que fizesse o mesmo. Senti uma excitação inigualável, e o homem me agarrou novamente pela bunda e me dava leves tapas nas nádegas. Já estávamos completamente nus e envolvidos no momento. Ele me ergueu e me penetrou gostoso, de forma que eu estava com as pernas enlaçadas em suas costas suadas. Então, resolvemos experimentar de tudo. O ambiente e o movimento do metrô propiciava àqueles desejos primitivos. Ele me colocou de costas apoiada em um dos acentos e entrou em um movimento alucinante e forte. Durante o vai e vem, ele me beijava a nuca e massageava meus seios fartos. Eu gritava loucamente de prazer. Até que senti aquele líquido quente dentro de mim, e gozei como nunca.
A circulação foi perdendo a pressão e o ritmo desacelerou. Nos beijamos por mais um minuto, que era o que faltava para o trem chegar na última estação. Fomos embora sorridentes, cada um para o seu lado, sem sequer saber o nome do outro.
Hoje moro em São Paulo, a capital que não pára, há movimento mesmo durante a madrugada. Porém, morei muito tempo em cidade de interior, onde o cair da noite dá início a uma enorme tranquilidade e as ruas se esvaziam completamente. Durante a madrugada, o silêncio é total e não há sequer uma alma pela rua.
Foi em uma dessas noites calmas que ele me telefonou. Fora chovia sem interrupção fazendo com que até os poucos bêbados se refugiassem. Era 2 horas da manhã e eu já pegava no sono quando atendi àquela chamada.
- Alô!
Uma voz grossa e macia sussurrou: - Estou aqui ! Estacionado em frente a sua porta.
Não acredito – pensei - o que ele está fazendo aqui a essa hora?
- Desce agora! - Impôs o homem.
- Mas estou de pijama - retruquei .
Me disse para descer assim mesmo, não importava.
Obedeci àquela ordem nada sutil. Ainda em trajes de dormir, abri cautelosamente a porta da frente e estremeci no momento em que o vi. Vestia um jeans escuro e camiseta branca, estava já muito molhado.
Corri em sua direção e nos abraçamos calorosamente. Ele me olhou nos olhos e beijou minha boca com aquele beijo quente. Estávamos ali na calçada completamente a sós e ensopados. Nos agarrávamos com a vontade de um detento preso há mais de 15 anos.
E o amasso foi tudo esquentando. Senti seu membro muito rígido e não eram mais somente as roupas que estavam muito molhadas. Não sei se foi o clima, a rua vazia ou a aventura contida, só sei que a cena era quente demais.
Nos livramos dos trajes encharcados e ele abriu um sorriso safado. Os bicos dos meus seios estavam estalados, um pouco de frio e muito tesão, batia um enorme arrepio que corria nas veias, dos pés à cabeça. Me beijou o pescoço enquanto eu brincava com seu belo pênis. Depois desceu beijando meus seios e tocava meu clitóris sabiamente.
Alucinada, virei de costas para ele, que em seguida me apoiou no seu carro e me penetrou deliciosamente. E a chuva continuava a cair forte. Enlouqueci naquele harmonioso movimento. Ele puxava levemente meus longos cabelos.
Era tanto prazer que nem sequer me preocupei com a chance dos meus pais sentirem minha ausência, ou pior, espiarem pela janela aquela cena tão bela. A noite promovera orgasmos múltiplos. Gritos e sussurros loucos que transformaram em fogo a gelada chuva. Senti o gozo dele se espalhar em minha vagina, tive mais um orgasmo longo enquanto nossos músculos se contraíram. Trocamos palavras roucas de carinho e nos beijamos mais um pouco e nos despedimos.
Entrei em casa toda molha e tomei um banho quente, mas, tive ainda que me masturbar, pois fiquei novamente excitada só do acontecimento lembrar.
Era um desses dias em que não se espera que nada excitante aconteça. Falei com o gatinho que estava ficando há mais ou menos um mês. Ele me disse que estava triste, se sentindo um pouco deprimido. Foi então que resolvi ir buscá-lo, fomos tomar um café em uma dessas Ofner 24 horas. A princípio, parecia abatido, mas logo comecei a passar para ele toda minha energia. Sei lá, algo que vem lá de baixo e vai subindo devagar. Começamos, então, a nos beijar freneticamente no jardim da cafeteria.
Havia muitas pessoas por perto, mas parecia que estávamos a sós. O clima foi esquentando e ele me abraçou forte pelas costas, senti seu pênis espesso em ponto de bala. Sussurrava em meu ouvido gemidos picantes. E, ali mesmo, colocou sua mão dentro de minha calcinha, constatando todo molhado que ele tinha causado. Meu corpo estava quente, apesar do friozinho do jardim, e eu sentia um arrepio subindo pela espinha. Ele começou a suar e eu podia ver, em suas expressões da face, o prazer correr por todo seu corpo todo. No meio de toda essa loucura, sumimos para trás de um dos arbustos decorativos.
Naquela grama fofa e gelada, abri o zíper da calça dele e deixei pular para fora aquele membro delicioso. Estava tão excitado, parecia que ia explodir, e o meti na boca, me deliciei no melhor sexo oral que já fiz. Enquanto o chupava ele mantinha uma mão em torno da minha cintura e outra por dentro da calcinha, acariciando loucamente meu clitóris. Nos perdemos no tempo e no espaço, nos despimos e ficamos protegidos por apenas aquele montinho de mato.
Então, me penetrou com força e soltei um grito de prazer. Continuamos em um vai-e-vem harmonioso, intenso, repleto de tesão. Gozamos quase simultaneamente, soltando gemidos e falas indecentes. Logo em seguida, nos vestimos muito depressa, nos abraçamos e choramos de rir, ainda muito ofegantes.