Era um desses dias em que não se espera que nada excitante aconteça. Falei com o gatinho que estava ficando há mais ou menos um mês. Ele me disse que estava triste, se sentindo um pouco deprimido. Foi então que resolvi ir buscá-lo, fomos tomar um café em uma dessas Ofner 24 horas. A princípio, parecia abatido, mas logo comecei a passar para ele toda minha energia. Sei lá, algo que vem lá de baixo e vai subindo devagar. Começamos, então, a nos beijar freneticamente no jardim da cafeteria.Havia muitas pessoas por perto, mas parecia que estávamos a sós. O clima foi esquentando e ele me abraçou forte pelas costas, senti seu pênis espesso em ponto de bala. Sussurrava em meu ouvido gemidos picantes. E, ali mesmo, colocou sua mão dentro de minha calcinha, constatando todo molhado que ele tinha causado. Meu corpo estava quente, apesar do friozinho do jardim, e eu sentia um arrepio subindo pela espinha. Ele começou a suar e eu podia ver, em suas expressões da face, o prazer correr por todo seu corpo todo. No meio de toda essa loucura, sumimos para trás de um dos arbustos decorativos.
Naquela grama fofa e gelada, abri o zíper da calça dele e deixei pular para fora aquele membro delicioso. Estava tão excitado, parecia que ia explodir, e o meti na boca, me deliciei no melhor sexo oral que já fiz. Enquanto o chupava ele mantinha uma mão em torno da minha cintura e outra por dentro da calcinha, acariciando loucamente meu clitóris. Nos perdemos no tempo e no espaço, nos despimos e ficamos protegidos por apenas aquele montinho de mato.
Então, me penetrou com força e soltei um grito de prazer. Continuamos em um vai-e-vem harmonioso, intenso, repleto de tesão. Gozamos quase simultaneamente, soltando gemidos e falas indecentes. Logo em seguida, nos vestimos muito depressa, nos abraçamos e choramos de rir, ainda muito ofegantes.
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