Hoje moro em São Paulo, a capital que não pára, há movimento mesmo durante a madrugada. Porém, morei muito tempo em cidade de interior, onde o cair da noite dá início a uma enorme tranquilidade e as ruas se esvaziam completamente. Durante a madrugada, o silêncio é total e não há sequer uma alma pela rua.Foi em uma dessas noites calmas que ele me telefonou. Fora chovia sem interrupção fazendo com que até os poucos bêbados se refugiassem. Era 2 horas da manhã e eu já pegava no sono quando atendi àquela chamada.
- Alô!
Uma voz grossa e macia sussurrou: - Estou aqui ! Estacionado em frente a sua porta.
Não acredito – pensei - o que ele está fazendo aqui a essa hora?
- Desce agora! - Impôs o homem.
- Mas estou de pijama - retruquei .
Me disse para descer assim mesmo, não importava.
Obedeci àquela ordem nada sutil. Ainda em trajes de dormir, abri cautelosamente a porta da frente e estremeci no momento em que o vi. Vestia um jeans escuro e camiseta branca, estava já muito molhado.
Corri em sua direção e nos abraçamos calorosamente. Ele me olhou nos olhos e beijou minha boca com aquele beijo quente. Estávamos ali na calçada completamente a sós e ensopados. Nos agarrávamos com a vontade de um detento preso há mais de 15 anos.
E o amasso foi tudo esquentando. Senti seu membro muito rígido e não eram mais somente as roupas que estavam muito molhadas. Não sei se foi o clima, a rua vazia ou a aventura contida, só sei que a cena era quente demais.
Nos livramos dos trajes encharcados e ele abriu um sorriso safado. Os bicos dos meus seios estavam estalados, um pouco de frio e muito tesão, batia um enorme arrepio que corria nas veias, dos pés à cabeça. Me beijou o pescoço enquanto eu brincava com seu belo pênis. Depois desceu beijando meus seios e tocava meu clitóris sabiamente.
Alucinada, virei de costas para ele, que em seguida me apoiou no seu carro e me penetrou deliciosamente. E a chuva continuava a cair forte. Enlouqueci naquele harmonioso movimento. Ele puxava levemente meus longos cabelos.
Era tanto prazer que nem sequer me preocupei com a chance dos meus pais sentirem minha ausência, ou pior, espiarem pela janela aquela cena tão bela. A noite promovera orgasmos múltiplos. Gritos e sussurros loucos que transformaram em fogo a gelada chuva. Senti o gozo dele se espalhar em minha vagina, tive mais um orgasmo longo enquanto nossos músculos se contraíram. Trocamos palavras roucas de carinho e nos beijamos mais um pouco e nos despedimos.
Entrei em casa toda molha e tomei um banho quente, mas, tive ainda que me masturbar, pois fiquei novamente excitada só do acontecimento lembrar.
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