Adriano, desde que foi apresentado à Letícia, a olhava de um jeito diferente. A moça fingia não perceber e, também, não poderia agir de outra maneira, pois tinha um namorado há cinco anos, quem ela amava muito. Mesmo assim, não tratava Adriano com frieza, afinal, ele era seu superior.Letícia estava feliz por ter conquistado aquela vaga. Estagiária, gozava de muitos benefícios por se tratar de uma empresa líder de mercado. À noite, ela estudava economia na PUC, mas não gostava da liberdade excessiva que a universidade dá aos alunos. Além de vender cerveja nas cantinas, é permitido o uso de maconha na escola. A garota recriminava o uso de drogas, até mesmo bebidas alcoólicas. Criada em uma família muito católica, se permitia apenas uma taça de vinho no Natal e em outras poucas ocasiões festivas.
A Letícia era uma universitária atípica. Não bebia. Não fumava. Não traía. Ouso dizer, que uma jovem sem graça. Sua disciplina tinha lá suas vantagens, a garota mantinha uma alimentação saudável e praticava exercícios regularmente. Assim, tinha um físico invejável ou desejável. Pele muito branca, seios fartos, com formato desenhado, cintura fina de músculos abdominais aparentes, coxa torneadas e a bunda, nem grande nem pequena, mas empinada e durinha. Tinha o corpo em proporções perfeitas. Além da forma, Letícia cuidava bem dos cabelos, castanhos e levemente ondulados, suas madeixas se alongavam até a cintura, brilhando como sua beleza inocente.
Toda juventude, inocência e beleza da moça deixava Adriano eriçado. Principalmente, quando a jovem aparecia no trabalho com sua calça branca justa e, sem a intenção de provocar, apoiava-se sobre a mesa, com a bunda arrebitada. O homem enlouquecia. Pensava em silêncio “ se eu não tivesse uma reputação a zelar, agarrava essa bunda agora mesmo”. Pensamento guloso que tirava o seu sono.
Em uma noite qualquer, Adriano dormia com sua noiva em seu duplex, quando chamou, por engano, a noiva de Letícia. Janaína jamais o perdoou. Mas, depois de discutirem por horas a relação, não se tocou mais no assunto.
A estudante perturbava aquele homem. A cada dia a desejava mais. Ao mesmo tempo, temia muito não se segurar, pois a moça poderia processá-lo por assédio sexual. Mantinha-se à distância. Pensava nela na cama. Muito Forte era o desejo reprimido. A branca bela aparecia em seus sonhos proibidos. Adriano perdera até a concentração no trabalho. No fundo, sabia que não se livraria daqueles pesadelos e sentimentos, se não satisfizesse seus mais primitivos desejos com a garota.
Havia três meses que trabalhavam juntos. Letícia começou a perceber, ainda mais, as intenções daquele pobre homem. Porém, ele a confundia, pois muitas vezes a evitava. Não podia encará-la nos olhos, não seria capaz de se segurar, frente àquele olhar adolescente e doce. Não resistia ao rosto daquele pequeno demônio. A moça possuía olhos profundamente negros e levemente puxados, tinha os cílios longos e perfeitamente pintados. Nariz pequeno e reto, bochechas avermelhadas e lábios e dentes bem empregados em um sorriso irresistível.
Adriano estava tão aficionado que recorreu aos serviços de psiquiátricos da área de RH. Maria Fernanda, a psicóloga, aconselhou demitir a moça. Mas, isso não poderia fazer. Letícia pagava seus estudos com o salário, e jamais deu motivos para demissão. Além disso, o chefe acreditava no talento da estagiária.
Essa atitude Adriano não empregou. Mas, sua produtividade caía e seu relacionamento estava por um fio, se viu, então, em uma sinuca de bico. Sem contar, a frustração que habitava sua alma, por não ser correspondido em seu maior desejo: uma noite com Letícia, a estagiária de economia.
A menina era uma santa, mas não era boba e estava ganhando a situação em que seu chefe se encontrava. Sentia pena daquele homem. Para ela, o chefe que deveria ser onipotente e onipresente, não passava de um cachorrinho faminto, de olhos tristes. Essa tristeza começou a perturbar, também, Letícia. Sua criação católica a levava a sentir uma piedade anormal pelos mortais. Agora, seu sono também estava comprometido.
O namoro duradouro da moça já não ia muito bem. Rafael, o namorado, morava há dois anos em Botucatu, onde cursava zootecnia. Diferentemente de Letícia, o garoto abusava das bebidas, drogas e festas. Vivia em uma república com mais 10 moleques e traía a namorada com freqüência, desde seu ingresso na faculdade. A namorada desconfiava, mas era cega de amor. Só que com o passar do tempo e a distância esse sentimento enfraqueceu. E a moça passou a ter desconfiança. Tinha uma amiga em Botucatu que contou para ela sobre as atitudes do rapaz. Não teve dúvida, muito fiel e rígida com quem dedica sua fidelidade, terminou o relacionamento com frieza. Sua auto-estima inabalável não deixou Letícia parar um minuto para chorar, pensar e curtir a fossa. Se recuperou apenas aumentando a intensidade dos esportes e saindo com as amigas para compras, cinema e jantares.
Adriano soube do rompimento, se viu ainda mais ansioso. Cheio de dúvidas e inseguranças. Resolveu ligar para ela no final de semana.
- Alô!
- Letícia?
- Sim, quem fala?
O telefone ficou mudo por alguns instantes. O homem pensava “e agora?”
- Oi! Aqui é o Adriano, queria te perguntar uma coisa.
- Ah sim, claro, aconteceu algo no trabalho?
- Então, não, ta tudo bem por lá. Queria saber se você já tem compromisso para essa noite?
- Ahn... Ainda não. Por quê?
A moça já tinha sacado tudo, mas queria ouvir do chefe o convite.
- Que acha de sairmos para jantar?
- Pode ser.
- Umas 9h30 passo te pegar?
- Ok. Te espero às 9h30 então.
- Ótimo! Combinado. Endereço?
Letícia informou sua rua, número e foi logo desabar seu guarda-roupas em busca de um look para o encontro. Não entendia porque havia aceitado, mal acreditava que ele havia ligado para ela. Mas, como quem faz uma boa ação, disse sim ao homem. E, agora, sentia frio na barriga. Não sabia o que esperar daquilo tudo. Não sabia como se vestir, como se comportar, nem como encarar Adriano.
Para relaxar, foi ao salão de beleza, deu um up no cabelo, fez as unhas, e pediu a opinião das amigas do cabeleireiro. Saiu de lá direto para o shopping comprou um vestido azul decotado. Em casa, banho, cremes, maquiagem, bijoux e seu perfume doce. Estava totalmente produzida, quando ele ligou.
- Estou aqui embaixo.
- Estou descendo.
Adriano quase ficou sem ar, ao ver a moça naquele vestido. Respirou fundo e foi cumprimentá-la e abrir a porta do carro, em um gesto cortês. Parecia um bobo a olhá-la. Ela sorria com graça ao perceber o entusiasmo do homem.
O jantar foi ao todo muito romântico. Aquela noite foi uma das poucas, em que Letícia se permitiu beber. E não foi qualquer coisa, Adriano pediu um champagne Veulve Clicquot, e a moça passou das 3 tacinhas. Comeram salmão ao molho de alcaparras, acompanhado de legumes no vapor. Conversaram muito, perceberam que mal se conheciam. A estagiária nem imaginava que seu chefe tinha uma noiva, mas não ficou sabendo nessa noite.
Foram embora do restaurante, Letícia estava bem altinha, afinal nunca bebia. Tinha a face muito rubi e ria bobamente. Adriano já não perdia tempo em investir suas cantadas. Partiram direto para o motel. Ela fingia não entender, mas estava muito entusiasmado com a idéia. Ele havia já reservado a suíte residencial, com tudo que se tem direito. A moça impressionou-se seu namorado jamais a levara a um lugar assim, nem sequer na primeira vez.
Adriano abriu uma outra garrafa de champagne e sentou-se ao lado de Letícia, alisou os cabelos dela e beijou sua nuca. Ela demonstrou aquele arrepio gostoso com um gemidinho tímido. A moça olhou intrigantemente nos olhos do chefe. Ele, agora, podia encará-la, como se o medo tivesse passado por completo. E ela gostava disso, não sentia mais pena por ele, e sim um enorme tesão e delicioso desejo. Subia um frio pela espinha, ela beijou Adriano com vontade. Ele a abraçou forte, e a garota já podia sentir o pênis de Adriano muito excitado. Entre abraços e beijos, a tão católica Letícia transformou-se. Se movimentava devagar e sensualmente, seguiu com um streap tease. Desabotoou sua camisa branca, expondo o sutiã de rendas, depois livrou-se do sutiã, dançando com prazer. Adriano estava ficando louco, alisava sua cintura e bunda, enquanto a moça fazia sua dancinha, olhando fixamente para ele. Tirou a saia comportada e sua calcinha cavada. Adriano, que estava sentado na cama, observando os movimentos delirantes de Letícia, puxou-a para si e chupou seu clitóris, acariciando também sua vulva rosada e perfeitamente depilada.
Ela deliciou-se com a carícia, molhou-se completamente, teve um orgasmo rápido e partiu para cima do homem. Jogou ele de costas na cama, pegou o pênis de Adriano e enfiou dentro de sua vagina e cavalgou. Os dois alucinados e suados, movimentavam-se com empolgação. Letícia comprimia os músculos da vagina, Adriano a puxava para cima e para baixo, ela gemia enlouquecida. Os dois se olharam e sabiam que iam gozar logo. Ele, então, virou a moça, ficando assim por cima, e penetrou-a inteiramente. Ela gozou mais uma vez, e em seguida Adriano também.
O homem soltou o corpo para cima dela, mantendo o pênis dentro. Se acariciaram as costas e ficaram assim mais um tempo. Respiravam e deixavam seus batimentos igualarem e os músculos relaxarem. Se beijaram um pouco mais e dormiram de conchinha, possibilitando novos acontecimentos durante a noite, que foi, digamos, muito longa e prazerosa.
huauha muito massa o conto.. rs
ResponderExcluiré verdadeiro rs ??
Essas estudantes de economia da puc, eu, diria que literalmente que são fodas... rs
ResponderExcluirum dos que eu mais gostei!!
ResponderExcluirbrava, felina, brava!
uau gostei do blog :D !
ResponderExcluirela tava de vestido azul ou camisa branca e saia?
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