terça-feira, 9 de outubro de 2007

Desejo incontrolável

Hoje sou dono de uma oficina em Santo André, no ABC Paulista. Mas, um dia fui um jovem roqueiro cabeludo, embagajado de sonhos e loucuras. Tínhamos entre 20 e 25 anos e nossa banda era composta por um baterista, grande Ugo, um baixista, Arnaldo e eu, que tocava guitarra e cantava. O nome do grupo era Smile of Death e éramos grandes sonhadores, com muito talento e pouca experiência.
Essa fase da minha vida, posso dizer de boca cheia, que foi a mais louca de todas. No início, só ensaiávamos todos os dias e chapávamos de cerveja e maconha. Nosso repertório era ainda muito restrito.

Fazíamos cover de bandas como Black Sabath, Gun’s and roses, Rolling Stones e Bob Dylan. Com o passar do tempo, fomos melhorando e ampliando nossa lista de músicas. Tocávamos Pink Floyd, Kiss, Deep Purple, Yes, Foo Fitghters e até alguns nacionais como Cazuza, Barão e titãs. Pouco tempo depois, começamos a compor nosso som próprio.
O Smile of Death tocou primeiro de graça e botecos de bairro e, na medida em que ficávamos conhecidos entre os jovens da noite, passamos a tocar em bares mais famosos e casas noturnas.
Eu sempre acompanhava a vida excitante das celebridades do Rock’n Roll. Ficava imaginando o que viria a acontecer se eu alcançasse a tão desejada fama. Carros, guitarras, bebidas caras e muitas mulheres. Sei que ser vocalista, com todo aquele mistério do palco, era um grande atrativo para as fêmeas. E comigo não seria diferente. A banda já havia rendido boas noites, na companhia de jovens muito interessantes.
O sucesso já batia à porta da Smile of Death. O que gerou garotas fanáticas pela banda e por nós, os integrantes. Todo final de show, inevitavelmente, levávamos mulheres para o camarim. Então, bebíamos, fumávamos, tocávamos violão para elas cantarem e o clima esquentava. Era sempre uma mulher para cada um. Eu, como vocalista e porta-voz da banda, acabava sempre escolhendo a mais gata entre as garotas. E a festinha particular estava armada.
Foi numa dessas noites de som e loucura, que minha velha fantasia se concretizou. Duas amigas, uma loira outra morena, me encontraram atrás do palco, durante o intervalo da banda. As duas mulheres eram de dar água na boca, estavam vestidas como o diabo gosta e eram extremamente provocantes. A morena, Ju (me lembro o nome até hoje), tinha uma boca muito sexy, com lábios carnudos e, perfeitamente, pintados de vermelho. Ela me abordou, sussurrou em meu ouvido uma proposta irrecusável que, imediatamente, me deixou excitado. A amiga loira tinha os seios perfeitamente desenhados, do tamanho, que eu diria, perfeito, cabendo e enchendo perfeitamente as mãos. Isso, sem contar a barriguinha sarada e a bunda miúda e arrebitada. Já na Juliana, o que me chamava mais a atenção era seu rostinho de adolescente. Ela tinha, além da boca suculenta, os olhos verdes e fundos, o narizinho empinado e as maças do rosto salientes e rosadas. Tive vontade de colocá-la na prateleira, como se faz com um troféu. Mas, ao invés disso, fiz muito melhor.
Quando voltei ao palco, para dar continuidade ao show, só pensava naquela loucura que as duas tinham me intimado a fazer. Como muitos homens temem, temi não agüentar com duas mulheres daquelas ao mesmo tempo. Parei até de beber meu Jack Daniel’s a cowboy, para não arriscar uma falha, da qual me arrependeria para sempre.
Fechamos a noite com uma das nossas músicas próprias, que dizia mais ou menos assim:
- Loira! Morena! Ruiva! Mulata! Chinesa! Te quero só pra mim!...
Então, logo que cheguei ao camarim, lá estavam elas, duas beldades, na melhor idade e furor sexual. Um arrepio intenso subiu pela minha espinha. As duas me cumprimentaram com um selinho. Nesse meio tempo, passaram por nós os outros caras da banda e, impressionados com a situação, riram e fizeram sinais de aprovação para mim.
A loira me disse, toda entusiasmada, que queria conhecer a nossa van. Então, entramos no camarim, onde os outros se embebedavam, peguei uma garrafa, dois baseados e a chave da nossa kombosa.
Chegando lá, abri e liguei o som muito potente que tínhamos improvisado no veículo. As duas me chamaram, e quando olhei, elas estavam se beijando deliciosamente. Essa foi uma das cenas mais belas que presenciei na vida, da qual jamais me esquecerei. Um beijo quente daquelas duas amiga enlouquecidas.
- Calma! Não se empolguem sem mim. – Sugeri.
Aos risos, a Ju se aproximou e me beijou, olhando penetrantemente nos meus olhos, com aqueles verdes dela, inesquecíveis. Enquanto nos beijávamos, a loira gostosa me lambia a orelha e sussurrava sacanagens:
- Tira a blusa dela. Ela tem peitos lindos.
Segui as instruções e, em seguida, tirei também a camisa da loira. Deixei, assim, aqueles dois pares de seios perfeitos, com os bicos estalados, apontando para mim. Não me contive a chupá-los, lambê-los e massageá-los. Notei que as duas já sentiam muito prazer. O meu grande amigo pinto estava mais rígido que meu microfone de aço.
A Ju me despiu e lambeu meus mamilos, depois uma tirou as calças e calcinhas da outra fazendo movimentos, como uma dancinha de streap. Estávamos os três, nus dentro da Kombi. A morena deitou a loira no chão. Depois, derramou wisky sobre o corpo dela e a lambeu com vontade. Nesse momento, me coloquei por trás da Ju e estimulei seu clitóris. Em seguida, a penetrei, com ela de quatro em cima da loira.
O Ménage a tróis estava alucinante. A loira me pediu para comê-la também, então, Juliana saiu de cima dela e eu fui para cima. A morena doida tirou uma máquina Polaroid da bolsa e ficou fotografando nós dois naquele momento delicioso. Eu gozei dentro do loirão, que também teve profundos orgasmos:
- Ai que delícia! .. Vai safado! AH AH Ahhhnnn. – E contraiu todos os músculos definidos do corpo.
Ju me pediu:
- Também quero um orgasmo assim.
Então comecei a chupá-la delirantemente. Sua boceta estava completamente úmida e muito quente. Tinha um sabor peculiar e muito bom. E enquanto ela se deliciava com minha carícia, a loira puxou minhas pernas e quadril para o lado e me dedicou uma chupeta sensacional. O que um dia foi chamado 69 virou um “L” sem igual. Agora, eu gozava pela 2ª vez, enquanto Juliana urlava tendo um longo orgasmo.
Depois, degustei um grande gole de Jack e fiquei assistindo as duas garotas deliciosas terminarem essa transa sozinhas. Elas se estimulavam e se penetravam os dedos. Ao fim, terminamos com as duas se deitadas em meus braços, uma de cada lado. Completamente satisfeitos, acendemos um cigarros e ficamos descansando e rindo imóveis.

Um comentário:

  1. celina, minhas noites nao sao mais as mesmas depois dos seus contos, nao sabia o qnt podia explorar minha propria sexualidade, e descobri td isso graças a vc!!! obrigado por me fazer feliz!haha

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