Soa um pouco clichê, mas aconteceu de verdade. Seria normal se eu fosse apaixonada por um nerd, um rato de biblioteca. Porém, não foi esse o caso. A história que relato aqui é incomum. Para não dizer irreverente, ousada e deliciosa. Uma tara que, provavelmente, reside na mente de muitos.Sou formada há 3 anos, pela ESPM, escola de propaganda, vivi muitos bons momentos por ali. Estava cursando o 3° semestre e o professor de Marketing era um gato. Mal conseguia prestar atenção na matéria, pois aquele que lecionava roubava toda minha atenção só para ele. Além de moreno, alto, bonito e sensual, ele era inteligente, articulado e simpático. Cheguei a sonhar com esse professor. Sentia uma atração muito forte pelo homem, daquelas de revirar o estômago quando era dia da aula dele.
No fundo, eu sabia que aquele homem me correspondia de alguma forma. Seja o olhar misterioso com que me encarava, ou talvez o nervoso que aparentava, quando entrava na minha sala. Lembro de algumas vezes, em que eu observava atentamente, quando ele se desconcentrou, perdendo a seqüência da aula. Passei todo o semestre fissurada naquele pedaço de mau caminho.
Final de março, a facu no período da tarde era um marasmo, quase sem movimento, a biblioteca ficava muito tranqüila. Procurava um livro para consulta, e como de costume, não conseguia encontrá-lo com as informações do papelzinho, números, letras, prateleiras lotadas.
E foi em uma daquelas alas entupidas de livros de marketing que avistei meu querido professor. Ele percebeu quão perdida eu estava a minha busca e, com toda sua gentileza, se dispôs a me ajudar na procura da publicação. Enquanto procurávamos, trocávamos algumas palavras, conversas de função fática, que calor, como a faculdade fica vazia nesta época do ano. Ele me olhou nos olhos, nesse momento estremeci toda. Olhei de volta com firmeza e roubei um beijo da boca dele. Surpreso, meu prof corou a face e deu uma risadinha safada. Então, o agarrei de verdade, o deixando sem saída. Ele correspondeu a minha ousadia e continuou me beijando deliciosamente.
O clima da ala de marketing esquentava. Nos beijávamos loucamente, se pegando e trombando nas prateleiras. Em um forte abraço senti o pênis do docente rígido. Ele estava ficando alucinado e pareceu haver se esquecido completamente dos riscos intrínsecos daquele acontecimento. Tirou minha blusa de uma só vez, e me surpreendeu com seu expertise no abrir de fechos do sutiã. Desceu pelo meu corpo com a boca, lambendo meu pescoço e chupando meus mamilos com gula. Estava excitadíssima e desabotoei o jeans do professor. Senti saltar na minha mão um enorme membro. Até então nunca tinha pegado em um dessa proporção. E o gostoso homem tirou também a minha saia e desceu devagar me chupando inteirinha, como se eu fosse uma uva. Girava sua língua em torno do meu clitóris, me levando às nuvens de tesão, chupava também minha vulva, que a essa altura, já estava meladíssima.
Uma vontade animal subiu pela minha espinha. O docente me colocou posicionada de costas para ele e me penetrou com força. Me lembro de ter na vista um livro sobre estratégia competitiva do Potter. Mas, ali não havia barreiras de entrada, nem de saída. O entra e sai era livre e alucinante.
Emoção é o que não faltou. Meu professor mais atraente estava ali comigo numa transa louca, na biblioteca, com risco de sermos flagrados. Ainda de costas para ele, o vai e vem aumentava o ritmo. Enquanto me penetrava, massageava meu grelinho. Eu contraia todos os músculos do corpo e me entreguei a um longo e delicioso orgasmo. Ele também estava a ponto de chegar lá, mas segurou e se deitou de costas para o chão, me puxando para cima dele. Montei e cavalguei sobre o homem. Alternávamos entre média e alta velocidade. Soltei um gemido, que temi ser ouvido por alguém. Meu prof pôs o dedo na frente da boca, num gesto de silêncio. Ato que, depois quando repetiu durante a aula, já me deixou molhada, mesmo que o assunto fosse análise SWOT.
A loucura na biblioteca acabou quando ele gozou dentro de mim. Senti o líquido quente se espalhar. Nos beijamos mais uma vez, suados e exaustos. Foi quando ainda deitada sobre o corpo do professor avistei o livro que tanto procurava, demos muita risada. Então, nos vestimos rapidamente e saímos dali com cautela e cara de cumplicidade. Acredito que até hoje ninguém descobriu essa nossa aventura. O professor sei que ainda trabalha na ESPM, mas não o vi mais depois do 4º semestre.
Foi bom saber que acontecem coisas interessantes na ESPM, pq em alguns anos por la eu nunca tive a sorte de ver uma.
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