terça-feira, 9 de outubro de 2007

O treinador substituto

Faz aproximadamente 3 meses que me matriculei na natação. Então, todas as segundas, quartas e sextas, durante o horário do almoço (13h às 14h), visto meu maiô, toquinha e óculos e caio na água. Geralmente, nada 1800 a 2000 metros, resultantes dos meus 45 minutos de treino. Juliana, a professora, é uma simpatia em pessoa mas, elabora treinos exaustivos para o atletas de primeira viagem. Mas, a Ju, além de ótima professora é uma grande atleta e, esporadicamente, compete em provas de triatlon.
Semana passada, aconteceu uma dessa competições e ela, como de costume, não foi passar treinos na academia, para tentar conquistar uma nova medalha. Em seu lugar, chamaram um treinador substituto. E foi nessa segunda-feira que conheci Marco Antonio. Um esportista robusto, com seus 1,85m de altura, costas de nadador e braços fortes. Além do corpo perfeito, em razão dos esportes, Marco tem um rosto peculiar muito bonito. Traços quadrados e marcados, nariz longo e olhos verdes e fundos. Um homem que jamais passaria batido pela rua. E não foi à toa que logo de cara me chamou a atenção.
- Olá, eu sou o Marco, professor subtituto. – Apresentou-se o moço.
Aquela voz rouca, sexy e forte massageou meus tímpanos, quase não pude conter a excitação que sentia.
- prazer! Eu sou a Josie.
Esse dia nadei 1 hora. Com uma energia tremenda. Mas, o que queria mesmo era gastar toda essa energia de outra maneira.
Terça-feira mal consegui me concentrar no trabalho. Passei o expediente inteiro imaginando loucuras com Marco Antonio. Custo dos processo operacionais R$1.250,00, 15% do faturamento e aquele corpo sarado do moreno. Fiquei sonhando com aqueles braços fortes me envolvendo. Quando será que o verei novamente? Uma agonia tomou conta de mim, pensei que ontem poderia ter sido a primeira e última vez.
Quarta-feira, até pensei em não enfrentar a piscina. Não queria chegar lá e ver a Juliana de novo. Mas, não perderia minha rotina esportiva e meu condicionamento físico por uma paixonite passageira. Coloquei a minha velha mochila nas costas e segui em direção à academia.
Já em meus trajes de banho cheguei na piscina e me deparei com aquela imagem divina. Era ele, Marco Antonio. Vestia uma sunga azul-marinho, deixando a mostra o que tem de melhor o nadador. Terminou suas piscinas estilo Medley e saiu da água subitamente, sorrindo para mim com cara de aprovação. Eu era a única presente na aula, não sei se pelo friozinho que fazia, ninguém mais apareceu naquele horário.
Por esse motivo sugeri ao treinador que não se preocupasse comigo e voltasse para a água nadar. Ele esperou uns 10 minutos para garantir que nenhum aluno chegaria e topou minha proposta. Assim, faríamos juntos o treino. Eu lado a lado com aquele deus molhado, separados apenas por uma raia de plástico. Começamos com 10 chegadas de cral, mas, quando estava completando a 8ª, tive uma câimbra horrível na panturrilha. Ele percebeu e veio logo me acudir. Segurou minha perna esticada. A medida que a dor cessava, um tesão enorme tomou conta do meu corpo, ainda com as mãos de Marco envolvendo minha coxa.
Nesse momento, olhei fundo nos olhos daquele homem e , notei que me correspondeu ao olhar. Quando me dei conta, estávamos nos beijando alucinadamente, na beira da piscina.
O clima foi esquentando e perdemos a noção de tempo e espaço. O lugar nada propício causava um frio na barriga, que aumentou ainda mais a emoção do momento. Aquele homem esculpido, quase nu, me envolvendo dentro da água morna. O perigo de sermos flagrados inspirou o meu exibicionismo sem-vergonha, realizava a minha mais louca tara.
Devagar, Marco foi abaixando as alças cruzadas do meu maiô. Senti a intensidade de sua excitação na rigidez de seu membro. Enfiei a mão por dentro da sua sunga e peguei aquele pênis gostoso. Me beijava o pescoço, as orelhas e me tocava, com muita experiência. Foi descendo com a boca pelo meu corpo, chegando nos meus seios. Chupou com muita vontade. Eu delirei. Ele tirou, então, de vez meu maiô e com sua força de atleta me ergueu para a beira da piscina e me chupou. Essa carícia, de um expert, durou uns 15 minutos e eu gozei muito na boca dele. Então, voltei para a piscina e continuei o beijando. Nos encaixamos com facilidade (lei da gravidade menor na piscina), e começamos uma longa transa, com muito, muito tesão.
A intensidade do vai-e-vem movimentou a água, criando ondas em volta de nós. As marolas mais deliciosa em que já nadei. Sussurrei sacanagens ao pé do ouvido do meu imperador romano, e esse demonstrava seu prazer dando leves mordisquinhas nos meus lábios. Tive mais dois orgasmos bem acompanhados de gemidos e gritos. Ele também gozou loucamente.
Depois desse dia, continuamos a nos ver mais algumas vezes, mas, o caso terminou, pois não conseguimos superar a emoção dessa experiência da aula de natação.

2 comentários:

  1. Aiiiii q delicia.. Sou virgem...keria akbar cm isso me ajudem.. To tda molhadinha.. Aiaiaiiiiii!!!!!

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    1. Deixa eu tirar sua virgindade meu pau mede 24 cm e è muitooooo GROSSO

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